EuroDisney: tudo o que precisam de saber para não darem em doidos (2023)

EuroDisney: tudo o que precisam de saber para não darem em doidos (1)

A Disney é um dos sítios mais incríveis à face da terra e acho que já disse aqui que toda a gente devia ter direito a lá ir pelo menos uma vez na vida. Acho até que devia ser uma coisa subsidiada pelo Estado, para aumentar os níveis de felicidade da população. Já lá tinha ido duas vezes: uma quando o Mateus tinha uns sete ou oito meses e outra quando tinha quase quatro. Adorei, fiquei doida com aquilo, mas sempre disse que para quem adora montanhas-russas e aquelas coisas todas (tipo eu), fixe, fixe devia ir sem miúdos, porque quando os levamos são eles que ditam a agenda, os horários, as coisas em que se pode andar, etc e tal.

Andava eu neste modo queixinhas quando, nos meus anos, recebo um postal do homem a dizer "vais à Disney sem miúdos!". Fiquei doida, não podia ter recebido melhor presente. E então, no fim-de-semana passado, lá fomos nós, deixando a criançada ao cuidado dos avós, como péssimos pais que somos. Fui publicando algumas fotos no Instagram e recebi 1063 mensagens com perguntas e conselhos sobre a Disney. Não sou propriamente uma doutrinada sobre o assunto, só lá fui três vezes, mas posso partilhar a minha experiência.

Qual a melhor altura para ir à Disney?
Ora bem, eu acho que é na Primavera, assim tipo final de Março, início de Abril. Por acaso, desta vez
tive sorte com o tempo, esteve sempre sol, até dava para andar sem casaco, mas na primeira vez fui também em Fevereiro e estava um frio que não se podia. Horrível mesmo. No Verão também deve ser impossível, não imagino o que seja estar naquelas filas imensas com trinta e tal graus. É também de evitar os períodos de férias escolares. Claro que se quiserem levar os miúdos e eles já andarem na escola, fica difícil, mas a sério, aquilo nas férias é o inferno na terra. Digo-vos eu, que já lá estive no Carnaval.

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Quantos dias preciso para ver aquilo tudo?

Hmmmmm... depende da vossa paciência, da vossa resistência e de quantas vezes quiserem andar em cada diversão. Nós chegámos quinta à hora de almoço, ficámos lá até fechar (às 19h00), sexta passámos lá o dia todo e sábado optámos por ir dar uma volta ao centro de Paris. Andámos em tudo o que quisemos e ainda repetimos os preferidos. O parque é grande (são dois parques, na verdade, o Disneyland Park e o Walt Disney Studios), anda-se imenso (num dos dias contabilizámos mais de 16 quilómetros), é chato estar de pé nas filas, chegamos ao fim do dia e parece que levámos porrada. Mas pronto, diria que três dias é o ideal para conseguir ver tudo nas calmas.

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E é uma pequena fortuna?

Então, nas duas primeiras vezes fui a convite e nesta a viagem foi oferecida pelo homem, por isso não tenho bem noção, mas as agências de viagens costumam ter várias promoções e fazem pacotes que incluem voos, hotel, refeições e entradas no parque. Para terem uma ideia, o bilhete para um dia custa 64€ por pessoa, para dois dias custa 159€ para adultos e 145€ para crianças, e para três dias custa 201€ para adulto e 183€ para crianças (sendo que eles consideram crianças entre os 3 e os 11 anos). Não fica propriamente baratucho para uma família de quatro. E depois é tudo caríssimo lá dentro: snacks, restaurantes, recuerdos. É sempre a somar.

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Qual a melhor idade para levar os miúdos?

Com oito meses, obviamente, o Mateus não se lembra de nada e nem sequer podia andar naquelas atracções mais inofensivas, tipo as chávenas que andam às voltas. Também não dá para estar com os carrinhos de bebés nas filas, por isso se forem com um bebé e uma criança mais velha, um pai tem de ficar na fila e o outro tem de ir dar uma volta com o bebé. Não é muito fixe. Com quatro anos o Mateus já pôde andar numa data de coisas e lembra-se perfeitamente da viagem, passa a vida a falar nisso. A única limitação foi a altura. Há diversões que impõem uma altura mínima, que tanto pode ser 80 centímetros como 1,40m (está assinalado na entrada de cada diversão), mas acho que mais do que a altura é importante perceberem se os vossos miúdos vão ou não gostar. O Mateus não é um miúdo muito afoito, por isso mesmo tendo altura acho que não o enfiava em certas coisas sob pena de ele ter um enfarte ou ficar a chorar até 2023.

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As filas são de cortar os pulsos?

Podem ser, mas desta vez até nos safámos bem, talvez por termos ido em época baixa e durante a semana. O máximo que esperámos foi uns 30 ou 40 minutos, mas tive gente a dizer-me que quando foi havia filas de 200 minutos. Deusmalivre! Na entrada de cada diversão há um placard electrónico que indica em quanto tempo está a fila, o que ajuda bastante, mas aconselho-vos também vivamente a descarregarem a aplicação Disneyland Paris, onde podem ver todos os tempos de espera. Ajuda bastante a programarem o vosso dia, porque podem ir escolhendo aquilo em que andar consoante o tamanho da fila. Imaginem, nós saíamos de uma diversão e víamos na aplicação o que é que havia ali perto que não estivesse com uma fila de 50 horas. Isto ajuda a rentabilizar o tempo, não perdemos uma vida a andar de um lado para o outro a ver que tal estão as filas.

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Outra coisa que ajuda bastante é ter bilhetes Fast Pass. Recomendo-vos MUITO que confirmem isso se comprarem os vossos bilhetes via agência de viagens, porque disseram-nos que os nossos eram e afinal não, eram normais. Os Fast Pass dão acesso a uma outra fila nas diversões (não em todas, só algumas) que, assim diz o nome, é mais rápida e evita estar na fila maior. Problema: são caríssimos. Há um de 45 euros (que só dá para três diversões), outro de 90€ (que dá para andarem uma vez nas atracções principais) e um de 150€ (que dá para andarem as vezes que quiserem nas atracções principais). Isto são os valores por dia e acrescem ao valor do bilhete de entrada. Sinceramente, e a menos que os Fast Pass já estejam incluídos no pacote da viagem, acho que não compensa, é um valor absurdo.

Uma alternativa intermédia é usar a opção Fast Pass que está associada ao bilhete de entrada. Como é que funciona? Então, nas diversões principais há umas máquinas onde podem encostar o vosso bilhete e sai um cartãozinho que diz a que horas podem regressar para andar naquela diversão, indo directamente para a fila dos Fast Pass (já não têm de ir para a fila gigantesca). Ou seja, tiram o cartão e vem lá indicado "voltem entre as 14h00 e as 14h30", por exemplo, e diz também a que horas podem retirar o próximo cartão noutra diversão. Infelizmente não dá para tirar cartões atrás de cartões, obrigam sempre a um tempo de espera entre um e outro. O que nós fazíamos era tirar um cartão e enquanto não chegava a hora de o usarmos íamos para a fila de outra diversão qualquer.

Não sei se esta opção funciona para todos os bilhetes de entrada, é melhor confirmarem isso quando os comparem. Nós estávamos num hotel Disney, por isso não sei se isso era um extra ou se é igual para toda a gente, não faço mesmo ideia.

Uma novidade relativamente às outras vezes em que fui é a fila "Single Ride". Normalmente, se a viagem é em casal, família ou grupo de amigos, as pessoas gostam de andar nas diversões ao mesmo tempo. A Single Ride é uma fila mais rápida em que as pessoas aceitam "viajar" individualmente ou em separado. Nós usámos esta fila diversas vezes. Umas vezes calhou irmos juntos, noutras andámos ao mesmo tempo mas em sítios separados e noutras andámos em momentos diferentes. Mas é uma boa opção para esperar menos.

Seja como for, antes de entrarem nos parques peguem no mapa, estudem bem aquilo em que querem andar, vejam distâncias e programem bem o vosso dia para não terem grandes tempos mornos.

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O que é que se come na Disney?

Come-se mal, caro e demorado. Não há assim opções incríveis, entre McDonalds, Planet Hollywood e vários outros restaurantes de comida assim mais a despachar (no hotel deram-nos uma lista com os vários restaurantes do parque). Os preços não são fofinhos, até o McDonalds está inflacionado, mas não há assim muita volta a dar. Ao almoço é mais tranquilo comer, porque as pessoas almoçam a horas diferentes, mas para jantar é o fim do mundo, porque sai tudo dos parques à mesma hora, quando fecha. O meu conselho é que reservem os jantares, ajuda bastante. Na primeira noite tivemos de acabar a jantar no hotel (o menu mais barato era 35 euros por pessoa e não se comia nada de especial), precisamente porque os restaurantes da Disney estavam todos cheios. Também não é fácil lanchar ou comer alguma coisa a meio da manhã, as opções são todas a atirar para o péssimas e calóricas. Acho que se forem com miúdos compensa largamente levarem algumas coisas nas mochilas, tipo águas, sumos, fruta, porque sempre se evita que eles vos peçam mais um pacote de pipocas, ou de batatas fritas, ou gomas, ou algodão doce, ou, ou, ou...


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Qual o melhor hotel?
Pois que isso depende. Há muita coisa por ali, uns mais perto e outros mais longe. Na primeira vez ficámos no Magic Circus, para aí a uns cinco quilómetros, era preciso ir de autocarro para os parques. Nas duas últimas vezes ficámos no Disney's Newport Bay Club, que já fica no perímetro da Disney. Também tem autocarro directo, mas a pé não são mais do que 10 minutos e o passeio é bonito, à volta de um lago enorme. Fomos sempre a pé, nunca usámos o shuttle. Há um hotel mesmo dentro dos parques, mas acho que é uma pequena fortuna.

E como chegar à Disney?
Ora bem, a TAP voa directamente para o aeroporto de Orly, em Paris. A nossa reserva incluía o Magical Shuttle, que sai do aeroporto e pára nos vários hotéis da Disney. A viagem dura uns 45 minutos. Se marcarem por vocês, o preço por pessoa é 23 euros (só para ida, o regresso custa outro tanto, mas há preços especiais para grupos). Também podem apanhar o Magical Shuttle no aeroporto Charles de Gaulle e em várias estações de comboios. Se preferirem, podem sempre ir de comboio/metro, mas implica algumas mudanças de estação, o que não é o fixe quando temos de acartar com putos, carrinhos de bebé e sabe-se lá mais o quê. É mais barato, mas pelo que li também demora mais tempo (cerca de hora e meia).

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No que é que vale mesmo, mesmo a pena andar?

Depende. Se forem maluquinhos por montanhas-russas e atracções vertiginosas, como eu, será isso que vão escolher. Se forem com crianças e tiverem de escolher coisas mais calmas, também não faltam opções. Vou deixar-vos assim o meu top 10:

1) Hyperspace Mountain

A antiga Space Mountain agora é umas atracções do Star Wars e foi rebaptizada de Hyperspace. Lembrava-me de ser horrível, mas não me lembrava de ser assim tão horrível. Sendo que, neste caso, horrível é bom. Para mim é a atracção mais violenta da Disney. Num momento estamos muito contentes a ouvir a música do genérico do Star Wars e no segundo seguinte já fomos disparados a uns 300 km/h. Não acho que seja a diversão que mete mais medo, porque aquilo é tão rápido e tão agressivo que uma pessoa nem tem tempo de sentir medo. Para já é toda às escuras. Tem alguns apontamentos de luz aqui e ali, mas a maior parte do tempo é sempre no escuro. O que até é bom, porque assim não percebemos o que vem a seguir. Não consegui perceber quantas voltas, reviravoltas e loop aquilo dá, só sei que cheguei ao fim com o cérebro a chocalhar. Mesmo. Foi a única atracção de onde saí com dores físicas, porque se encostarmos a cabeça ao assento vai o tempo todo a bater, mas se afastamos vamos ali em esforço para a cabeça não saltar do corpo. É giro quando estamos à espera e vemos chegar as pessoas da viagem anterior, a grande maioria sem reacção, branca como tudo ou a sair dos carrinhos assim meio aos tropeções. Eu acho que quando chegou ao fim só consegui dizer "cara$#%, o que é que se passou aqui?", vinha completamente apardalada. Mas pronto, vale muito a pena. No nosso caso ainda repetimos. Burros.

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2) The Twilight Zone Tower or Terror

Esta sim, para mim mete medo. Nem sei se é bem medo, é só assim uma sensação de que não temos controlo sobre nada. Então, basicamente é uma torre que recria um hotel antigo e onde somos convidados a entrar num elevador para viajarmos até outra dimensão. E estamos nós muito bem sentados dentro do elevador a ouvir a história quando de repente, assim do nada, aquilo parece entrar em queda livre. E depois sobe. E depois desce. E sobe, e desce, e sobe e desce. Há um momento em que o elevador sobe mesmo até ao cimo da torre, abrem-se as portas, podemos ver a Disney toda, até parece bonito. Só parece, porque de repente o elevador já está novamente em queda livre até cá abaixo. É absolutamente horrível, a ideia que tive é que o meu rabo e todo o meu corpo estavam sempre no ar, nem tocavam na cadeira. Isso e parecer que vomitei o coração umas 300 vezes. Eu já sabia ao que ia porque já tinha andado, mas para quem vai pela primeira vez aquilo é mesmo para o enfarte. Eu só me consigo rir à gargalhada, mas é dos nervos, saí de lá esfrangalhada de tanto stress. Aquilo é tão, tão, tão mau que andámos três vezes.

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3) Rock'nRoller Coaster Aerosmith

Foi a primeira coisa em que andámos nesta viagem e foi logo para abrir a pestana. Acho que jamais irei esquecer o arranque desta montanha russa. Estamos muito bem paradinhos e de repente começa uma contagem decrescente que, quando chega ao zero, dispara a uma velocidade estúpida, por pouco não tiveram de me descolar da cadeira com uma espátula. Acho que o pequeno-almoço me veio à boca. Esta montanha-russa é um bocadinho menos violenta do que a Hyperspace (tem menos loops), mas é igualmente péssima e também às escuras, com música dos Aerosmith aos altos berros.

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4) RC Racer

Fui bem ao engano aqui. A RC Racer está na zona do Toy Story onde, à partida, esperamos encontrar só coisas calmas e fofinhas. E, vista de fora, isto nem parecia assim tão mau. ERRO! Erro dos grandes. Então, deixem-me lá ver se consigo explicar. Aquilo é assim uma espécie de cemicírculo onde vamos andando para trás e para a frente. Quando vamos para a frente e chegamos à ponta, parece MESMO que vamos sair disparados. E quando vamos para trás e depois aquilo começa a descer, só conseguimos pensar que aquela merda se vai abrir e vão ter de recolher os nossos restos mortais do chão. Vejam este vídeo para perceberem melhor do que estou falar.

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5) Crush's Coaster

É mais conhecida como a "montanha russa do Nemo" e é uma das mais difíceis de andar, porque não tem a opção Fast Pass. Fui agora consultar a aplicação e está com uma fila de 65 minutos, mas chega facilmente aos 200. Esta foi aquela em que esperámos mais, mas penso que não terão sido mais de 40 minutos. Ora bem, tal como no Toy Story, a pessoa ouve Nemo e pensa em coisas queridas. Peixinhos, e o mar, e corais, e coiso. Pois. Até que nos enfiamos numa espécie de carapaça de tartaruga que é muito próxima do inferno na terra. Aquilo até começa em calmo, a ver o fundo do mar e tal, mas de repente já andamos ali a rodopiar e sem saber muito bem onde é que estamos. Sonso do Nemo, enganou-me bem. Se enjoam facilmente, não se metam nisto, porque dá mesmo muitas voltas.

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6) Indiana Jones and the Temple of Peril

Montanhas-russas que começam logo com uma subida enorme dão-me cabo dos nervos, porque já sei que a seguir a um grande subida vem sempre uma daquelas descidas que praticamente nos fazem saltar um pulmão e ir apanhá-lo a oito quilómetros. É o caso da montanha-russa do Indiana Jones, uma das mais emblemáticas da Disney. Disseram-me que em tempos era feita de costas. Não sei se é verdade, mas se feita para a frente já é mazinha, de costas e sem se ver o que se segue deve ser um pequeno terror. Há muita gente que diz que esta é a pior montanha-russa da Disney mas, sinceramente, e tirando um loop e uma ou outra descida mais acentuada, não achei assim nada de especial. E é super rápida, aquilo faz-se para aí em minuto e meio. Mas vale a pena na mesma.

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7) Star Tours: L'Aventure Continue

É uma das atracções mais recentes da Disney (foi inaugurada há dois anos, no 25º aniversário) e também uma das mais concorridas. Basicamente, entramos num simulador 3D que recria uma viagem a bordo de uma nave espacial. Mesmo quem não adora Star Wars, como eu, acho que não vai querer perder a experiência, porque é mesmo super realista. É incrível como sem sairmos do lugar parece que estamos a subir, a descer, a andar a alta velocidade, no meio de explosões e de uma data de efeitos especiais. Há quase 400 combinações de cenas, por isso é muito provável que de cada vez que andarem a viagem seja diferente. Nós só andámos uma porque havia sempre filas a atirar para o grandotas.

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8) Ratatouille: L'Aventure Totalement Toquée de Rémy

Se tivesse de escolher a diversão mais querida e cutxy da Disney, esta arrecadava a melhalha de ouro. Numa explicação assim muito básica, entramos num pequeno rato, parece que encolhemos e vamos numa viagem pela cozinha e pela sala do restaurante Gusteau. Pelo meio vamos ter de enfrentar vassouras, fogões, pisadelas ou um chef doido que nos quer dar cabo do pêlo. Tudo em 3D e tudo tão real que parece mesmo que somos o Ratatui ali enfiados. A-DO-RO!

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9) Big Thunder Moutain

Tendo em conta todas as outras montanhas-russas da Disney, para mim esta foi só um pequeno passeio no parque. É, sem dúvida, a mais descontraída, e como é toda ao ar-livre até dá para apreciar as vistas. Se querem começar de forma tranquila, é por aqui que têm de começar. Não é emocionante, mas acho que é a mais gira.

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10) Peter Pan's Flight

Não fui desta vez, mas andei umas 50 vezes quando fui com o Mateus. É uma das atracções mais procuradas da Disney e das que têm as filas maiores mas, sinceramente, não percebo bem o encanto. É giro, mas nada assim de tãaaaaaaaao especial e dura uns três segundos. A pessoa ainda mal entrou e aquilo já acabou. Basicamente vamos num barquinho que sobrevoa o céu de Londres e dá para ver tudo lá em baixo. É fofinho, querido, mas zero de emoção ou adrenalina. Se quiserem passar não vem mal ao mundo.

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11) Small World

Depois de termos andando em três montanhas-russas assim de seguida, achei que devíamos ir ao Small World só para sossegar os nervos. O Small World é uma viagem de barco pelos vários continentes e é só a coisa mais querida. É óptimo para descansar os ossos, porque ainda dura uns dez minutos, e para acalmar os putos. Problema: a música que acompanha a viagem vai ficar-vos no cérebro para sempre. PARA SEMPRE. Ouvi-a pela primeira vez há dois anos e nunca mais a consegui esquecer.

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12) Buzz Lightyear Laser Blast
É mais uma daquelas que eu acho que se passarem não perdem grande coisa, mas pronto, está assinalada como uma das grandes atracções, por isso merece uma menção. Resumo: vão num carrinho e disparar lasers contra alvos e a ver quem conseguem mais pontos. Fim da história. Ah, e filas de meia-noite.

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13) Disney Stars on Parade
Ok, este é mesmo um dos momentos imperdíveis. Acontece todos os dias às 17h00 e é um desfile de carros alegóricos (tipo Carnaval à portuguesa, mas em bom) com as principais personagens Disney: Mickey, Frozens-da-vida, princesas ao pontapé, Rei Leão, Peter Pan, etc, etc, tudo a cantar e a dançar. É mesmo, mesmo giro. Sugestão: sentem-se num dos passeios por onde passa a parada, para garantirem que ficam mesmo à frente e conseguem ver tudo. Foi o que fizemos desta vez, meia hora antes sentámo-nos na rua principal e ali ficámos (nós e meio mundo) à espera do desfile. Se chegarem mesmo em cima da hora vão ter 800 mil almas à vossa frente.

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14) Disney Illuminations
É um espectáculo de imagem que acontece todos os dias, às 19h00, e é, provavelmente, um dos momentos mais bonitos da Disney. Bonito assim de arrepiar e trazer lágrimas aos olhos. Tal como a parada, também o Disney Illuminations foi completamente renovado há dois anos e é maravilhoso. Acontece no Castelo da Bela Adormecida e mistura música, fogo-de-artíficio e jactos de água, tudo isto enquanto projecta na fachada do castelo imagens reais de alguns dos mais conhecidos filmes Disney (Star Wars, A Pequena Sereia, Frozen, Nemo, Piratas das Caraíbas). Verdade que ao fim d-dia a pessoa já está de rastos, mas vale mesmo, mesmo, mesmo a pena assistir a este espectáculo, pelo menos uma vez.

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Claro que há mais para ver e fazer na Disney, mas estas são assim as atracções principais. A ideia é que isto que vos possa ajudar a planear a vossa viagem mas, como disse, não sou expert no assunto. Se tiverem outras dicas que possam partilhar, cheguem-se à frente, que podem dar jeito a muita gente.

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Author: Duncan Muller

Last Updated: 11/25/2022

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Name: Duncan Muller

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